Mercado de celular no Brasil cresce 31% em 2005
O grande crescimento de número de celulares no Brasil, não traz consigo, necessariamente, um crescimento do tráfego de dados. A grande maioria dos celulares ainda é usada apenas para trafego de voz.
Porém o número impressiona principalmente, se considerarmos que em 95 a estimativa era que o Brasil atingiria 500 mil celulares em 2005.
Veja a reportagem da intermanager.com em 18/Jan com o balanço do número de celulares em 2005.
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O ano de 2005 foi de crescimento expressivo no mercado brasileiro de telefonia móvel, mas inferior a 2004. Apesar do crescimento de 31,4% na base de usuários de celulares no país no ano passado, chegando a 86.210.336 em dezembro, de acordo com os dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o ritmo foi 10 pontos percentuais inferior ao ano anterior.
O volume total de novas adesões em 2005 superou 2004 –20,6 milhões contra 19,2 milhões–, mas o último Natal foi menos empolgante do que outras importantes datas de comércio do ano. O Dia das Mães e o Dia dos Pais, em maio e agosto, haviam sido surpreendentes em termos de vendas, o que acendeu um alerta para as operadoras de telefonia móvel.
A preocupação com a rentabilidade do negócio prevaleceu sobre a agressiva estratégia comercial de fortes subsídios na venda de aparelhos para atrair novos clientes. O último quadrimestre do ano mostrou vendas mensais inferiores às de 2004. No Natal, as vendas foram de 3,86 milhões de aparelhos para novos usuários frente a 4,42 milhões no ano anterior.
Ranking
Vivo: 34,54% (29,8 milhões de clientes)
TIM: 23,42% (20,2 milhões de clientes)
Claro: 21,64% (18,7 milhões de clientes)
Os celulares pré-pagos somam 80,8 por cento do total.
Porém o número impressiona principalmente, se considerarmos que em 95 a estimativa era que o Brasil atingiria 500 mil celulares em 2005.
Veja a reportagem da intermanager.com em 18/Jan com o balanço do número de celulares em 2005.
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O ano de 2005 foi de crescimento expressivo no mercado brasileiro de telefonia móvel, mas inferior a 2004. Apesar do crescimento de 31,4% na base de usuários de celulares no país no ano passado, chegando a 86.210.336 em dezembro, de acordo com os dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o ritmo foi 10 pontos percentuais inferior ao ano anterior.
O volume total de novas adesões em 2005 superou 2004 –20,6 milhões contra 19,2 milhões–, mas o último Natal foi menos empolgante do que outras importantes datas de comércio do ano. O Dia das Mães e o Dia dos Pais, em maio e agosto, haviam sido surpreendentes em termos de vendas, o que acendeu um alerta para as operadoras de telefonia móvel.
A preocupação com a rentabilidade do negócio prevaleceu sobre a agressiva estratégia comercial de fortes subsídios na venda de aparelhos para atrair novos clientes. O último quadrimestre do ano mostrou vendas mensais inferiores às de 2004. No Natal, as vendas foram de 3,86 milhões de aparelhos para novos usuários frente a 4,42 milhões no ano anterior.
Ranking
Vivo: 34,54% (29,8 milhões de clientes)
TIM: 23,42% (20,2 milhões de clientes)
Claro: 21,64% (18,7 milhões de clientes)
Os celulares pré-pagos somam 80,8 por cento do total.
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